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Após 8 anos – Brasil em transição.

É impossível não observar que muita coisa mudou no Brasil de 8 anos para cá, embora para um grupo restrito te pessoas, torna-se mais conveniente negar tais mudanças, ou apenas criticá-las. O país por si só, era uma potência adormecida, mal cuidada, entregue às ordens e pitáques internacionais, principalmente do FMI: se o Brasil não baixasse tal pacote econômico, o empréstimo não seria autorizado, que bom né? Cadê a soberania nisso? Tem gente que sente saudades, sabia?

As classes D e E nunca foram tão importantes para o mercado brasileiro, hoje em dia, são classes que tem poder de consumo, fazem parte do leque de clientes das grandes varejistas nacionais, tem carro e casa própria. É aí onde mora a insatisfação de uma elite (outros nem tão elite assim) minoritária mas persistente e com um grande poder de comunicação. Quando as classes mais baixas tem acesso ao consumo, elas tem acesso a educação e a informação, isso incomoda bastante a tal elite, porque as pessoas estão cada vez mais informadas, e foi esse, um dos grandes marcos do governo passado, e que provavelmente se estenderá com o governo presente. Esta pequena elite, formada por grandes concentradores de renda, principalmente pelas grandes empresas de comunicação, acabam perdendo o poder persuasivo sobre essa massa. O que antes era dito e a grande massa aceitava, hoje em dia, é contestado. Essa elite, não gosta da idéia de ter de viver e compartilhar o mesmo espaço com pessoas que já foram miseráveis, eles estão vendo seus “impérios” serem ameaçados, porque a massa de manobra, acaba cada vez mais. Com mais pessoas com acesso a informação e a mídias sociais, o poder de convencimento dessa mídia, torna-se facilmente contestado e coisas “cabulosas” que ficavam “por isso mesmo”, são esculachadas para quem quiser ver nas grandes redes nacionais. Se você acorda com a Miria Leitão e dorme com o Willian Waack, você se sentirá no Haiti, e não no Brasil, sim, eles fazem parte desta “elite”. Quando eu falo “elite”, entre aspas, é porque, nem todos são ricos, alguns são de classe D e E e não admitem o que está acontecendo, é o famoso “pobre metido a besta”. Com um país cheio de intelectualoides vivendo em suas mansões, e vendo seus bairros nobres, cada vez mais infestados de pessoas que um dia foram POBRES, eles vão ficando doentes.  Quem chama Bolsa Familia de Bolsa Vagabundagem ou afins, deveria passar uns meses dependendo dela, ou melhor ainda, nas mesmas condições de quem as dependem, mas sem o beneficio. Que os grandes fazendeiros, cheios de terras improdutivas, passassem alguns dias vagando por aí, e procurando uma terra para produzir seu próprio sustento e ser recebido a bala por capangas.

Nunca antes este país fora tão reconhecido e respeitado mundialmente, nunca antes tivemos um presidente tão respeitado e requisitado, tem gente que critica o Lula por cobrar 100.000 por palestra e eu digo: se puder, Lula, cobre mais. Conhecimento, NÃO TEM PREÇO. “Críticos” estes, que ainda ganham dinheiro as custas dos outros, enquanto nosso ex-presidente, está ganhando encima de um produto que ele absorveu e cultivou, a SABEDORIA.

Recordar não tem preço.

FHC ouvindo críticas severas de um ex-presidente norte americano:

Exemplo da “elite” que contesta o Brasil como está:

Creio não precisar comentar mais nada. Os vídeos falam por si só. É isso.

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